A influenciadora Virgínia Fonseca está sendo processada por não pagar um montador de móveis de Londrina que prestou serviços a ela em julho de 2020. De acordo com a jornalista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, Cleber Salgado Masson cobrou R$ 23,5 mil pelo trabalho na época e, agora, requer na Justiça R$ 57 mil, em valores atualizados. O Portal Bonde confirmou a existência do processo por meio da assessoria de imprensa do TJPR (Tribunal de Justiça do Paraná). Os valores também foram confirmados com o advogado do trabalhador. Em consulta ao sistema Projudi, é possível averiguar que a juntada processual foi feita no início do mês, em 2 de julho, com despacho do juiz no dia 16. Nesta segunda-feira (21), o magistrado Rodrigo Afonso Bressan, do 1º Juizado Especial Cível de Londrina, acatou o pedido de Masson, dando três dias para a influenciadora quitar a dívida.
“Cite-se a parte executada para, no prazo de três dias, efetuar o pagamento da dívida, sob pena de serem penhorados tantos bens quantos bastem para o pagamento do devido – principal corrigido, acrescido de juros. Não sendo encontrada, intime-se a parte exequente para indicar o seu endereço atual sob pena de extinção”, destacou o juiz. De acordo com a reportagem do Metrópoles, que teve acesso aos autos do processo – não disponíveis publicamente -, Cleber afirmou ser credor de Virgínia, que comprometeu-se a pagar o valor de R$ 23.480. O montador teria feito manutenções e instalações de móveis em uma sala comercial que a influenciadora mantém na Gleba Palhano em Londrina. Virgínia teria pagado somente a entrada do serviço e parcelado o restante. De acordo com a reportagem, o montador ajuizou a ação somente no início do mês porque não teria encontrado o documento para respaldar a cobrança.
A reportagem entrou em contato com o advogado Leonardo Neves Falkini Magalhães, que faz a defesa de Cleber. A advogada e sócia dele, Andrea Ribeiro, relatou à reportagem que Cleber procurou o escritório de advocacia após ver o rosto de Virgínia no Jornal Nacional, reconhecendo que se tratava “da pessoa que lhe havia dado o calote”. A partir disso, e com a confirmação da suspeita, os advogados deram sequência ao processo judicial. Virgínia Fonseca foi contata por meio do e-mail oficial de assessoria de imprensa, entretanto não enviou resposta à reportagem até a conclusão deste texto.
Sala comercial já causou problemas
Esta não é a primeira vez que a sala comercial causou problemas à influencer. Em junho, a Prefeitura de Londrina foi à Justiça para cobrar R$ 6,5 mil em IPTU da ex-esposa do sertanejo Zé Felipe. Na época, Virgínia declarou que o imóvel pertence à mãe dela.
(Foto Redes Sociais)